
Não é preciso deixar o corpo físico para morrer, podemos estar mortos para o mundo e para tudo em nossa volta. A morte física nada mais do que a constatação de que não estamos mais nesse plano terreno. Muitas são as opiniões sobre o suicido, alguns não compreendem o que faz uma pessoa tomar uma decisão drástica como essa. Porém eu acredito na presença de sinais primários que podem ser identificados.
A morte social antecipa a morte física, os demais sentimentos envolvidos nessa decisão como solidão, medo, depressão, entre outros. Para morrer basta estarmos vivos, contudo não basta estar vivo para viver!
Ás vezes é melhor você estar morto, há um revólver a sua mão e ele está apontado para sua cabeça. Você acha que é maluco, instável demais, chutando cadeiras e batendo em mesas em um restaurante, num bairro qualquer. Chamem a polícia, tem um louco à solta correndo às escondidas para um bar fuleiro de um bairro do centro da cidade.
Sombras demais, vozes sussurrtantes, rostos em pêsteres, escolhas demais. Se, quando, por quêm o quê? Quanto você tem? Você consegue, quantas vezes? Qual você escolhe, uma opção leve ou pesada? De quanto você precisa?
Sombras demais, vozes sussurrtantes, rostos em pêsteres, escolhas demais. Se, quando, por quêm o quê? Quanto você tem? Você consegue, quantas vezes? Qual você escolhe, uma opção leve ou pesada? De quanto você precisa?
Espere só até eu te levar em casa. Nós não temos futuro, nós não temos passado. Aqui, hoje, feito para durar em cada cidade, em cada nação. Do Lago Genebra à Estação Finlândia, até onde você foi?
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