
Ás vezes nós nos encontramos em situações em que temos que fazermos escolha. Essas escolhas nem sempre correspondem nossas expectativas. O que devemos fazer quando isso acontece? O ser humano tem a necessidade de viver em segurança, estamos sempre em busca dela, pois é algo extintivo. Nossos ancestrais fizeram isso, deixamos de viver em arvores depois que descobrimos o fogo, logo em seguida passamos a viver em cidades, desenvolvemos a agricultura, cultura, leis e chegamos ao atual momento de desenvolvimento da nossa civilização.
O que ocorre atualmente é que estamos ultrapassando a barreira da segurança para do inesperado. Infelizmente é outra característica nossa modificar nosso ambiente diante necessidades que criamos por não precisarmos. Nossa natureza dual nos faz sermos assim. Sentimos fome quando vemos algo delicioso, mesmo quando não estamos com fome. É a lei da natureza, onde quem sobrevive é o mais forte. Contudo essa lei da natureza esta se rebelando contra o nosso ambiente.
É mais comum vermos pessoas que morreram em uma tragédia natural, com tufões, furacões, terremotos, maremotos, ou seja, lá o que for. Devido ao grande número de pessoas que habitam o nosso pequeno e frágil planeta. Há tantas pessoas no mundo que ele já não dá mais conta das nossas necessidades. Não estaríamos então ao invés de evoluirmos regredindo?
Já acabamos com nosso eco-sistema e agora estamos acabando como eco-sistema de outros animais. Provo isso com a ilha de lixo existente no oceano pacifico. Já depositamos tanto lixo nos oceanos que os animais o confundem com algas. Aonde chegaremos? Alguns países investem quantias enormes de dinheiro para descobrir outro planeta passível de vida, para quem sabe um dia chegarmos nele. Estamos agindo como parasitas, usufruindo ao máximo todos os recursos disponíveis, como parasitas, nós estamos devorando um organismo vivo. Ao invés de procurarmos outro planeta terra, deveríamos investir este dinheiro em novas tecnologias para tentarmos manter nossa casa em pé, pois ela está começando a desabar.
Estamos no momento de nos conscientizarmos que, apesar de vivermos em um mundo formado por diferentes nações, cada uma com sua cultura e costumes distintos, somos todos habitantes de um mesmo bloco de terra. As fronteiras são apenas barreiras que criamos para nos protegermos moralmente e socialmente, para assim mantermos nossos aspectos físicos e morais, contudo, estamos deixando de sermos humanos quando paramos de pensar na nossa segurança de vida.
A raça humana condiciona sua sobrevivência a uma ilusão de superiodade inexistente. Nós acreditamos que somos únicos seres “inteligentes” no cosmos. Nossa inocência é tanta que,buscamos vida inteligente em outros planetas, porém, queremos que ela seja como nós, com os mesmo aspectos físicos e morais. O nosso complexo de inferioridade é tão amplo que para nós, vida se não for como a nossa não é vida.
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