quinta-feira, 18 de junho de 2009

Absurdo, isso...

Meus queridos leitores, fãs, amigos, colegas, conhecidos e todos aquele que, por ventura, lêem esse blog. Gostaria de me desculpar novamente pela ausência nesses últimos dias, mas é que a vida anda muito confusa, muitos problemas, muito de tudo e pouco de nada.
Hoje pela primeira vez na minha pequena curta vida, eu estou escrevendo para vocês direto da minha cama, isso mesmo, direto da minha cama. Mas não se assustem, estou sentado e digitando essa matéria. E o que eu tenho a falar hoje é algo muito sério, algo que eu vi acontecer hoje em um Hospital Público de nosso País, não irei citar o nome do Hospital por razões pessoais.
Não é novidade alguma que o serviço de saúde pública do nosso País já foi a falência a muito tempo, também não é novidade alguma que o governo tenta mascarar, através de impostos, taxas e mais sobre taxas a própria falta de competência em administrar os recursos, que nós brasileiros pagamos aos cofres públicos e não recebemos nenhum retorno disso, pelo menos, não somos favorecidos por estes recursos.
Todos sabem que durante dois anos, eu trabalhei em uma repartição pública e conviví diretamente com a falta de competência, eficiência e eficazia, e todos os outros tipos de "ias" que existem dentro do serviço público. São pessoas que atuam de forma morosa, lentas, que trabalham mascaras, fingem que realizam o serviço, apenas para dizerem que realizam alguma coisa nas vidas deles, quando na verdade, trabalham para que a burocracia se torne mais lenta do que já é.
Vou ao fato, estamos chegando perto do São João, faltam poucos dias para a festa e todos querem comemorar, principalmente aqui no nordeste (aonde eu moro), é uma tradição muito forte, até ai não teria problema algum se não fosse o caso de, um grupo de sanfoneiros rodassem dentro de uma emergência de um hospital (que por sinal, deveria ser fechado por falta de condições de higiene para receber uma pessoa) saísse andando e sendo seguido por alguns médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, enquanto pacientes estão morrendo.
É uma ironia, se não for uma lástima, fica a indagação "eles estão celebrando o São João ou a morte que está batendo a porta?".
Meus caros, sinceramente eu não sei aonde iremos chegar. Acho que a cegueira da justiça, a falta de careter e o hábito de ensinarmos nossos filhos para ganhar vantagem em cima de outras pessoas já passou da barreira do precipício. Fica aqui minha indignação com esses profissionais e com os políticos, que nós elegemos.
Quando isso vai acabar?

domingo, 7 de junho de 2009

...

Quem muito bem me conhece, sabe que eu não acredito muito em contos de fadas, e para mim, Cinderela era uma empregada domestica que trabalhava na casa de uma família muito rica e teve um caso com o marido, ficando grávida e hoje vive de pensão alimentícia. Isso sim é a realidade dos contos de fadas.
Hoje eu vou fazer um desabafo, porque não estou com cabeça para pensar em alguma coisa pra escrever. Sendo sincero com vocês, eu estou me sentindo péssimo. Apesar do calor, eu estou me tremendo de frio, não senti fome desde hora que eu acordei, creio que a ultima vez que me alimentei foi ontem a noite.
Na verdade eu estou me sentindo um lixo! Algo insignificante! A vontade que eu tenho é de dormir e so acordar daqui um mês, ou melhor ainda, é de dessaparecer. Eu estou impasciente, não consigo me acalmar ou ter concentração em nada. Até para dormir, o que seria um refugio, eu não estou conseguindo dormir.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Uma caraminhola...

Até esse momento não consegui encontrar um título para a coluna de hoje. Não é pelo fato de não ter o que escrever, e sim pelo fato de ter muita coisa à falar e não saber como abordar o assunto. É difícil você escrever sobre algo e tentar ser imparcial, até porque acabamos por colocar uma opinião pessoal no que escrevemos, e o assunto de hoje é complicado de escrever, pois eu já passei por situações bem parecidas e muitos irão pensar que estou falando sobre mim, quando na verdade, não estou envolvido diretamente.
Nos últimos dias umas caraminholas estão aparecendo em minha mente, e se eu fosse outra pessoa deixaria isso de lado, mais graças a minha evolução pessoal aprendi que tudo é sinal de algo, tudo tem um motivo e nos cabe tentar compreender os sinais, inclusive os que não nos pertencem. O que eu irei abordar aqui, não tem relação alguma com o meu atual relacionamento, embora as caraminholas, citadas anteriormente, estejam envolvidas.
Uma vez eu li uma frase que dizia "Quem ama não prende a pessoa amada, visto que o amor é livre e logo quem prende tem apenas a obsessão de possuir aquela pessoa", outra frase diz que "O amor é um pássaro e ele precisa voar". Fico embabascado com pessoas que utilizam de qualquer arma para prender uma pessoa ao seu lado. Algumas utilizam de argumentos, outras de medos, outras até acreditam que a macumba irá resolver o problema. Me pergunto até que ponto uma pessoa é capaz de se humilhar apenas para dizer aos outros que é amado? Não estou querendo entrar numa discussão sobre o que é amor, e sim me perguntando o que realmente é se sentir amado e amar?.
Quando eu tinha uns 15 anos, eu acreditava em contos de fadas e que um dia eu iria encontrar um amor que duraria "até que a morte nos separe". Eu vim encontrar esse amor em 2005, tudo era um conto de fadas, desde como nos conhecemos até as vezes que viajávamos juntos. Tudo era um dejávu! Mas um dia o conto de fadas se tornou um grande pesadelo, foram quase dois anos vivendo um pesadelo onde sentia muita dor, muitos pensamentos, um vazio dentro do peito, literalmente, o fundo do poço. Nesse período de dois anos, eu comecei a pensar que o amor era algo falso, um sentimento mentiroso, um sentimento de rejeição, afinal como você pode amar alguém que não dar a menor importância para você e que parece nem saber que você existe? Essa época eu estava com uns 21 anos.
Foi quando de repente, eu conheci uma pessoa. Até então eu comentava com os amigos mais íntimos e dizia "eu quero alguém que me faça enrubescer o rosto só em falar com ela ao telefone, que meu coração bata mais forte quando eu estiver com ela, e que complete o vazio que eu sinto no peito", e eu pensei que essa pessoa seria a "tal" pessoa, eu estava enganado. O fato foi que eu ganhei de presente de Natal uma grande decepção. Eu tinha apenas 22 anos.
Novamente me encontrei envolto em um grande turbilhão de pensamentos, análises introspectiva, um processo longo e demorado de alto conhecimento, e finalmente encontrei a resposta. O amor seria "gostar de quem gosta de mim, não importa a autencidade do sentimento que eu tenha pela pessoa". Novamente eu entrei num relacionamento, fiz de tudo pra essa pessoa, ficamos noivos e dividimos um pequeno kitnet, mais como tudo na vida é uma grande lição, findei por descobrir que o amor não é gostar somente de quem gosta de mim, tem algo atrás dele que o faz ser tão complexo. Isso foi ano passado, eu tinha 23/24 anos.
A essa altura eu já tinha tido cinco relacionamentos, um mais desastroso que o outro, e eu encontrei a minha atual definição para o amor.
Amar é aceitar-se como você é e saber valer seus direitos, acima de tudo é respeitar as suas crenças. Fazer com que os outros te respeitem e você respeitar os outros. Não é sofrer por quem te despreza ou correr atrás de quem te rejeita. É você ter conhecimento do seu próprio EU e não aceitar que os outros queiram te mudar. É você ser quem você é sem se preocupar com o que os outros irão falar de você. É não cobrar sentimentos ou expressões de afeto, mesmo que isso aconteça às vezes. É não falar eu te amo e sim saber, sentir apenas com um afago. É aproveitar cada momento com a outra pessoa e aceitar os defeitos dela, afinal quando você a conheceu já sabia que não era perfeita. Por fim, é saber que apesar de todos os momentos felizes que passem ao lado da pessoa e se por ventura o relaciomento chegar ao fim seja por: decisão de ambos, sua decisão ou apenas a decisão dela, é você querer ver aquela pessoa que você ama feliz e ficar feliz por ela.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

O espaço do nada...

Agora são 12:11 do dia 21 de maio de 2009, e eu estou aqui pensando em que escrever. Faltam idéias. Imaginem uma caixa de sapato vazia e vocês procurando algo para falarem, isso é bem parecido com o espaço do nada.
Ocorre uma pequena pressão quando isso acontece, porque sempre acontece em situações foras do normais. Cito um exemplo de uma prova de redação, você recebe um tema, mesmo assim, não consegue encontrar nada no espaço do nada.

Sorte minha que eu não ganho dinheiro escrevendo, se não, hoje eu estaria ficando mais pobre, afinal que não consigo desenvolver nenhum assunto relevante para falar a vocês.
Então, cá estou eu as 12:15 do dia 21 de maio de 2009, tentando desenvolver um tema falando do nada. Afinal o que é o nada? Seria ele a material escura do universo? Mais aí não seria nada, logo que, se é uma matéria ele é algo, mesmo não sendo visto pelos nossos olhos (e isso realmente existe, o que a insónia não nos ensina).
Eu acho que o nada é um estado de espírito ou então a falta de alguma coisa que você precisa e não tem no momento. Quem nunca sentiu falta de dinheiro? Quem nunca sentiu falta da família? Quem nunca sentiu saudades de um namorado(a)? Ah isso tudo seria o nada? Acho que não, porque você está sentindo falta de algo que você tem e que existe, mais você não tem no momento.
Agora as 12:20 do dia 21 de maio de 2009, eu termino essa coluna sem ter escrito nada de interessante e deixando uma pergunta no ar sem resposta. O que é o nada?

segunda-feira, 11 de maio de 2009

O espelho

Olá caros leitores, quanto tempo que não escrevo nada. Estava morrendo de saudades de vocês. A vida andou aprontando boas surpresas desde a ultima vez que escrevi e graças a Deus (porque eu sou brasileiro e não desisto, certas coisas saíram melhor do que a encomenda), mas é óbvio que não irei contar aqui quais são essas surpresinhas.
Espero que todos tenham aproveitado bem os últimos feriadões, que tenham descansado e se divertido muito, porém vamos voltar aos trabalhos, pois eu já estou com milhões de "contos da vida real" para compartilhar com vocês. E hoje eu começo com uma pergunta básica, Qual de vocês conseguem olhar o seu reflexo no espelho e perceber seus defeitos e suas qualidades? Hum, tarefinha difícil essa não?
Creio que todo ser humano busca um perfil a ser seguido, nós queremos uma figura para nos guiar. Alguns seguem filosofias de vida de grandes ícones, enquanto outras, buscam as qualidades que gostariam de ter para si mesmas nos outros e isso é algo muito complicado. Todos nós tendemos a seguir um comportamento de pessoas que admiramos, seja lá por que? Por que algumas pessoas, ao buscarem um perfil e ser seguido, acabam por destacar apenas os defeitos dos outros? Essa deve ser a pergunta certa, quando nós estamos tentando seguir um perfil exemplar, nos deparamos com os defeitos, logo, como pode a pessoa que consideramos perfeita possuir erros? É como se tentássemos impor que ela corrigisse seus próprios erros, quando na verdade esse defeito que nós vemos nos outros, nós temos, são os nossos defeitos.
Meus caros ninguém nunca nos disse que a imagem no espelho é perfeita como gostaríamos que fosse. É mais fácil apontar os nossos próprios defeitos em outras pessoas, porque por outro lado, nos conseguimos ver nossos pontos fortes, nossas qualidades como ninguém. Eu já mencionei que esse espelho é cruel? Pois é, ele é muito maquiavélico, ele nos mostra apenas o que nós queremos ver, ele engana nossos olhos e confunde nossos pensamentos. Neste momento é aonde eles nos pega.
É um desafio na vida de todos ser humano, ir além do que o espelho mostra. Não apreciar apenas as qualidades, a perfeição. É aprender a compreender que o que já é belo não precisa ser mudado ou admirado por nós, e sim, temos que deixar que os outros admirem. Na verdade nós temos que aprender a apreciar as imperfeições, os defeitos, pois é corrigindo esse defeitos que iremos nos tornar pessoas melhores, que iremos evoluir e seguir nosso caminho.
Agora eu pergunto, vocês já deram uma olhada no seu espelho hoje?

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Quem eu quero ser quando crescer...

Todos nós desde do momento em que nascemos até a nossa morte, passamos por influências, essas vão de comportamento até a escolha do que iremos ser quando crescer. Mas não irei falar disso, afinal, figurinha repetida não preenche álbum. A pergunta aqui é uma metáfora, um paralelo entre a realidade e o faz de conta, Quem você quer ser quando crescer?
Quem nunca sonhou em ser um super-heroi daqueles que possuem super poderes, podem voar, respirar no espaço, mesmo sem este ter oxigénio? Quem nunca quis ser aquele artista super famoso, que todos respeitam e admiram? Quem nunca sonhou em ser um grande cantor, ator, escritor? Quem você gostaria de ser quando crescer? Quem é aquela pessoa, seja personagem ou uma pessoa real mesmo, que você gostaria de ser por um dia? Quem é aquela pessoa que faz você parar e pensar o que está fazendo da sua vida?
Lembro bem quando criança brincar de puxar trio elétrico no carnaval de salvador (sim, eu adorava axé e daí?), mas o meu trio elétrico era a cama da minha mãe e a brincadeira sempre era destruída com um sonoro "ser cantor é passar fome, se você não for bom!". Na minha brincadeira, eu mal sabia que estava subentendido uma vontade de ser artista e isso está apenas na vontade, já que cantar eu não sei, para atuar eu sou tímido, escrever eu até gosto, mesmo errando o português, e não sou melhor pintor do que uma criança de 3 anos. Porém a questão aqui é, quem eu gostaria de ser quando crescer?
Eu tenho 24 anos, solteiro, desempregado, estudante universitário e apesar da idade e da minha futura profissão, eu não sei o que eu quero ser, mas eu sei quem eu gostaria de ser. Convivemos com três tipos de pessoas:
a) aquela que senta numa cadeira e espera;
b) aquela que não senta na cadeira e vai a luta;
c) aquela que é a mistura das duas, para certas coisas ela tem atitude e outras ela não sabe o que fazer.
Eu acho que sou a letra c. Para certas coisas eu tenho um chama acesa que queima dentro de mim e me leva sempre a buscar o melhor para mim, o melhor para que eu me tornar alguém melhor, enquanto em outras ocasiões, eu não sei o que fazer ou como agir. Literalmente eu fico sentado na cadeira esperando que Deus jogue e caia no meu colo (e eu não suporto ser assim). De certa forma, essa exposição dos tipos de pessoas que existem acabam por responder a pergunta título dessa coluna.
Quando somos criança e sonhamos em ser algum daqueles personagens citados no começo, de certa forma estamos nos espelhando neles para chegarmos a algum lugar. Eu sempre quis ter muito sucesso, muito dinheiro, muita fama, ser reconhecido por milhões, ser um modelo a ser seguido, (eu não vou responder se eu consegui isso)! Esse é o reflexo da pessoa que eu gostaria de ser quando eu crescer.
Contudo, estamos em uma luta constante sobre que caminho escolher, quais caminhos seguir. Vamos pensar um pouco, citando meu exemplo. O que eu tenho feito para conquistar pelo menos 0,01% de tudo que eu gostaria de ser? É uma pergunta difícil de ser respondida e ficarei com a minha resposta enquanto vocês obtém a de vocês. Creio que somos frutos dos estímulos que tivemos quando crianças, se ele foi positivo, talvez hoje, tenhamos conseguido, caso não, de certa forma, estamos frustrados.
A verdade é que em nosso mundo paralelo nós somos quem nós quisermos ser, e isso não é loucura, no meu eu sou imbatível. O único problema está em tentarmos sermos que somos lá no mundo paralelo, aqui no mundo real. Não ser imbatível apenas por lá, ser aqui também. Querer ser alguém pode ser bom, porém, melhor ainda é ser quem você realmente é e obter sucesso por isso mesmo.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Quando as palavras perdem o seu sentido...

Certa vez minha prima me falou uma frase que até hoje eu não esqueci. "Ás vezes encontramos nos amigos virtuais mais consolo e apoio do que naqueles que temos por perto". Por ora eu vou deixar de lado essa frase e fazer um breve comentário sobre as minhas colunas (sim, eu considero cada texto como uma coluna, porque, de certa forma, eles expressão meu ponto de vista sobre os acontecimentos da vida humana) falam sempre sobre relacionamentos. Não apenas relacionamentos homem-mulher, mais todos os relacionamentos. É um assunto corriqueiro e, embora pareça ser algo tolo, é um assunto que muito me intriga, levantando questionamentos de certas atitudes.
Então posso falar para aqueles que esperam ou possuem algum tipo de expectativas que, antes de lerem alguma coluna minha, tenham primeiro a capacidade de ir além das suas próprias convicções, expandindo seus horizontes indo além do que a sociedade considera normal.
Depois de ter dito isso, eu volto a falar sobre a famosa frase. Tem um outro ditado que diz assim, "palavras machucam mais do que facas". A comunicação é a base de qualquer relacionamento humano. A criança quando chora está se comunicando da forma dela, o cachorro quando está latindo esta se comunicando. Há várias formas de comunicação, e eu irei focar aqui uma das mais comuns, a escrita.
Quando minha prima disse aquilo, acho que de certa forma, ela se referia a facilidade pegar um pedaço de papel, ou de expor suas idéias em algum programa de texto. Talvez seja mais fácil expressar nossos sentimentos quando escrevemos, porque assim, não temos medo da reação imediata das pessoas ao receberam a informação que estamos enviandor. Há também programas de comunicação disponivél por ai para manter um relacionamento, seja ele qual for.
O problema dessa forma de comunicação está no fato da outra pessoa não saber qual a sua intenção com as palavras. A comunicação falha e fica a deriva da compreensão de cada um. Agora eu tiro um pensamento, se as pessoas usam a escrita para expressarem seus sentimentos mais intimos e profundo, por que as palavras perdem seu sentido e sua força? Medo, poderia ser uma das respostas para essa pergunta. Eu tenho medo de falar tudo que o que eu penso, porque não são todas as pessoas que possuem uma personalidade forte e tem a coragem de manter uma opinião própria ou mudá-la quando vê que está errado. Para mim, é mais fácil escrever do que falar.
Outro fato muito comum é a falta de cofiança no próximo. Todos nós tememos que nossa intimidade seja ivandida por pessoas que mal nos conhecem. Eu tenho medo de contar meus problemas para qualquer pessoa, e tem pessoas que são super próximas que acreditam que sabem tudo que acontece em minha vida. Não estou querendo ser rude, mas a minha estrada de vida, até hoje, me ensinou a não confiar totalmente nas pessoas, e sim, cofiar apenas em partes. Afinal, creio eu que sou uma prova viva do outro famoso ditado "quem ver cara não ver coração".
O fato é que todo mundo tem medo de perder a privacidade, talvez essa seja a maior falha de comunicação que exista. Por não confiar na sinceridade dos outros, por mentiras, ou até mesmo, por não poder contar com o apoio alheio. Nessas condições temos tão famasos amigos virtuais, que acabam por serem os melhores. Eu tenho amigos virtuais, são amizades que duram há mais de dois ou três anos, mais tempo do que muito relacionamento que eu jamais tive.
Contudo, chega um momento aonde essas amizades também acabam por se tornarem nulas, isso mesmo, até que ponto podemos confiar que estes são amigos verdadeiros?
Meus caros, infelizmente todo ser humano precisa de alguém para se comunicar, se não fosse assim não existiria comunicaçã, e muito provavelmente, a raça humana teria evoluido. Quando não é um animal racional, como o homem (e há controversias sobre isso), nos comunicamos com um animal irracional. Não é a toa que o melhor amigo do homem é o cachorro! Façam um teste, você pode gritar, brigar, empurrar o cachorro e mesmo assim, ele sempre volta para perto de você. Você tem algum amigo que se encaixe nesse contexto? Eu prefiro ficar calado.
E quando as palavras perdem seu sentido só nos resta seguir em frente, sem olhar pra trás, sem arrependimentos, a questão é seguir sempre em frente e deixar que tudo aquilo que ficou no passado seja e permaneça no passado, não interferindo mais em sua vida.
As palavras de fato machucam, e machucam muito mais do que qualquer outra atitude. Elas tem o poder no atingir no momento certo e na hora certa, fazendo com que o nosso comportamento sofra influência boa ou ruim. Elas são a força que move nossa vida e faz com que sejamos quem somos. Palavras, letras, e outra qualquer regra gramatical.